Glúten faz mal ou não? Glúten faz mal ou bem?

Muitas pessoas perguntam a nós da Belleverte se o gluten mas mal ou não. Se o gluten faz mal ou bem. Se o gluten pode causar algum problema de saúde. Porque evitar alimentos com gluten? Quais os problemas de saude causados pelo gluten? Ao ler este artigo você saberá como se livrar do gluten, se este for seu objetivo.

Você saberia dizer o que SAÚDE e DOENÇA têm a ver com a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria? Esta é uma analogia de impacto que eu gosto de fazer pra conseguir te passar um conceito TÃO PODEROSO que, se você o aprender, nunca mais será o mesmo…

Muitas vezes nos deparamos com artigos e estilos de alimentação que ressaltam o valor da proteína para o corpo humano, certo? Pois bem. E se eu te disser que o Gluten é uma proteína? Proteína, por si só, não quer dizer que é algo bom ou mal.

E em se tratando da proteína gluten, você saberá quais os beneficios e maleficios da proteína.

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Quais os beneficios e maleficios da proteína que virou a vilã do momento?

O gluten encontrado principalmente no trigo, na cevada e no centeio. Está presente na alimentação de bilhões de pessoas no mundo todo, fazendo parte da composição de alimentos do nosso dia dia como:

  • pães
  • massas
  • biscoitos
  • bolos
  • cereais
  • pizzas
  • espessantes
  • molhos
  • temperos
  • bebidas como a cerveja e o whisky.

Esta proteína também está presente nas hóstias, no pó de café e até mesmo em medicamentos e cosméticos.

Profissionais da saúde e cientistas travam um verdadeiro embate: uns alertam sobre os extremos perigos desta proteína e outros são mais céticos…

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Porque evitar alimentos com gluten? Quais os problemas de saude causados pelo gluten?

Perder peso e diminuir as chances de desenvolver uma ou várias das mais de 300 doenças associadas ao consumo do glúten. Ou seja, há aí muitos beneficios de não consumir gluten.

Independentemente da controvérsia em torno dele, há outras consequencias do gluten no organismo.

Vai descobrir por que os alimentos que contêm glúten NÃO são as melhores fontes de energia e nutrientes pra você e pra sua família…

Enfim, eu vou te PROVAR que os alimentos que contêm glúten são a causa número #1 do fracasso quando a gente está falando em saúde e bem-estar…

… e então você vai entender porque TIRAR o gluten da alimentação ou REDUZIR drasticamente o seu consumo na sua dieta é uma EXCELENTE idéia…

MESMO que você não seja celíaco. MESMO que você ACHE que não apresenta sinais de sensibilidade ao gluten. MESMO que você não saiba se tem. MESMO que agora você tenha boa saúde!

Sabe, nestes dias eu recebi um email com uma história muito interessante, que por um detalhe eu quase desisti de te contar e daqui a pouco você vai entender por que. Mesmo assim, eu achei mais importante compartilhar agora com você na íntegra. A mensagem dizia assim:

“Olá, Leo Caputti. Acho muito importante sua iniciativa de levar esta questão a público.

Tenho há alguns anos observado alguns sintomas indesejáveis no meu organismo e não sabia a causa, sabia apenas que estava relacionada a algo que eu comia. Sou vegetariana há mais de 30 anos, mas como ovos e laticínios às vezes.

Presto muita atenção no que eu como, pois alterei minha alimentação aos 13 anos de idade, sem influência de nenhum adulto, apenas lendo muito e observando meu corpo.

Digo isto para frisar que observo muito o efeito dos alimentos no meu corpo e me pauto apenas pelo que acredito ser bom para mim e para o planeta. Dito isto, explico os sintomas que eu sentia: eram gases e inchaços que não cessavam e algumas cólicas esporádicas. Logo que começaram há uns 10 anos, não mais pararam. Nos últimos dois anos, estes sintomas se agravaram e eu passei a ter diarreias preocupantes por vários dias. Fui observando o que eu comia… eliminava alguns grupos de alimentos e observava… retornava com estes e eliminava outros…

Finalmente consegui descobrir o que causava tudo, o que eu ACHAVA que era o glúten. Digo isto, pelas outras informações que vou colocar mais adiante…  Eu fiz todos os exames para tentar detectar intolerância ao glúten – exame de sangue, endoscopia, colonoscopia, tudo e eu não tenho intolerância, felizmente.

Apesar dos exames de laboratório, decretei em mim a sensibilidade ao glúten. Quando tirei a farinha de trigo, tudo mudou na minha vida, meu intestino voltou a funcionar normalmente…… e meu ventre voltou ao tamanho normal. Estava feliz, é o glúten! Mas fiz uma viagem à França há dois anos, uma à Itália no ano passado, e nestes lugares não tinha muita opção de comida para mim às vezes.

Também fiquei tentada com pães deliciosos na França e massas inesquecíveis na Itália e comi normalmente os pães e massas que achei que devia. Surpresa! Não tive nada! Nem gases, nem diarreia. Todos as minhas certezas foram por água abaixo. Estava decepcionada na última viagem de volta.

Quando voltava no voo para o Brasil, sentou-se ao meu lado uma professora de medicina da UFRJ que veio conversando por toda a viagem comigo. Ela viu minha alimentação vegetariana no voo e falamos sobre dieta e comida. Contei pra ela minhas observações, que achava que já estava ficando louca com esse tema…

Pois muitas vezes, observava que quando comia algo com farinha de trigo, antes mesmo de engolir a comida, ao mastigar, minha barriga já estava fazendo barulho e inchando…

E eu nem mesmo tinha engolido! Então, o assunto seguinte foi sobre a minha decepção com minhas observações frustradas durante a viagem. A resposta dela foi impressionante pra mim: muito alegre, esta médica me disse: seus problemas serão esclarecidos agora, você tem sorte! E me explicou o estudo de pós-doutorado que uma colega vinha fazendo sobre este assunto, sobre a farinha de trigo brasileira. 

Disse que uma multinacional, que não vou citar aqui o nome, que atua muito nas plantações de trigo no sul do Brasil,  com seus defensivos e adubos, acabou por colocar uma quantidade absurda de magnésio no solo destas safras. O nosso trigo estava contaminado com essa quantidade enorme deste elemento, que causa distensão abdominal e é absorvido na boca. 

Por isso minha barriga respondia em segundos quando eu mastigava um pedaço de pizza. Acho sinceramente que a farinha geneticamente modificada que todos nós comemos causa muito mal. Mas esta plantada no Brasil e que está presente em todo pãozinho francês e massas de supermercados é um veneno. Eu sou muito sensível a esta farinha brasileira. Assim, sempre que meu bolso permite que eu compre uma massa italiana ou mesmo a farinha de trigo importada, consumo sem problema nenhum. 

Não sei o nome da pesquisadora, mas tenho o nome da médica que conversou comigo no voo, eu já a localizei na internet. Se alguém quiser levar este assunto à frente, posso passar os dados para maiores verificações.

Eu estou feliz por ter encontrado as respostas que precisava. Aqui em casa é sem glúten, substituo tudo com farinha de arroz e outros. Quando posso, vou com as opções que já coloquei, para matar a saudade do gosto do trigo, mesmo porque adoro bolos e biscoitos. Espero que tenha colaborado com alguém. Assinado: Maria – Arquiteta e consultora em patrimônio cultural.”

Quando li isso, eu logo pensei: É Maria, acho muito pertinente a sua história, seu depoimento ajudou sim. Agradeço.

O detalhe que quase me fez desistir de trazer esta história pra você hoje é que eu gostaria, mas ainda não tive tempo de (como ela diz) “levar este assunto à frente” e verificar a precisão das informações contidas neste depoimento.

Eu gosto de ser cauteloso e preciso… Por outro lado, uma pergunta saltou à minha mente e imediatamente desarmou as minhas objeções:

Mas vem cá, apesar da evidente importância do estudo de pós-doutorado da colega da médica da UFRJ, é realmente necessário averiguar ainda mais esta história para discutir o ponto crucial do qual este artigo todo se trata?

É claro que eu concluí que não.

Por que o fato é que, no Brasil e no mundo, há várias Marias e Mários que, assim como eu e você, são vítimas de uma realidade em que estão expostos a uma grande quantidade de substancias prejudiciais ao corpo humano, dentre as quais o glúten é apenas a bola da vez. E os carboidratos também.

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Pesquisas cientificas sobre gluten

Em 2011, o cardiologista norte-americano William Davis emplacou por 50 semanas na lista dos best sellers do The New York Times com o livro ‘Barriga de Trigo’ (Wheat Belly, na versão original). Sua principal linha de argumentação se baseia na afirmação de que o trigo é tão tóxico e viciante quanto diversas drogas e faz as pessoas quererem comer mais, especialmente junk food (vulgo “porcarias”).

Ele mostra que deixar de comer trigo emagrece. Isto mesmo, parar de consumir mesmo o integral, considerado mais saudável – pode ajudar a perder peso, a reduzir gordura localizada e a eliminar vários problemas de saúde. A outra referência é o também best seller internacional ‘A Dieta da Mente’ (Grain Brain, em inglês), do renomado neurologista David Perlmutter.

No livro, ele afirma que o destino do seu cérebro não está na sua genética. Na verdade, está naquilo que você come. E aponta o trigo, o açúcar e outros carboidratos como os vilões implacáveis. Agora vem cá, você quer saber qual é o alcance dos grãos no planeta?

Segundo o Centro Internacional de Pesquisas para o Desenvolvimento (IDRC), no Canadá,metade das calorias consumidas no mundo vem do arroz, do milho e do trigo. Destes, o trigo é o mais cultivado, é o mais usado, o mais consumido. Ele alcança literalmente BILHÕES de pessoas. E ele é a principal fonte de glúten (aqui, eu simplifiquei alguns detalhes técnicos que não fazem muita diferença).

Um parênteses: lembro que a cevada (sabe a cervejinha?) e o centeio também são fontes ricas em glúten. Então agora, eu imagino que você possa estar se perguntando (eu também me perguntei): mas o glúten existe há milhares de anos. Qual é a diferença agora? Isso é modismo ou o trigo realmente faz mal pra TODO MUNDO, como afirmam os experts?

Posto isto, chegou a hora da gente separar o joio do trigo, se é que eu posso dizer isso neste contexto. Acredito que nada pode ser mais pertinente agora do que apresentar pra você quais são as principais hipóteses levantadas em torno do glúten e sobre as quais ainda restam DÚVIDAS, incertezas, debates, controvérsias, ceticismo.

Em contraponto, vamos apresentando os FATOS irrefutáveis.

Fato 1: Houve especialmente nas duas últimas décadas uma verdadeira explosão de casos de ALERGIAS alimentares e PATOLOGIAS relacionadas ao consumo de glúten. Pelo menos 1% da população mundial tem a doença celíaca – que é uma doença autoimune de predisposição genética. As pessoas com este quadro, os celíacos, desenvolvem reações agudas no intestino delgado e vários outros efeitos colaterais muito graves ao terem qualquer contato com o glúten. Coisa muito séria mesmo. No Brasil, são 2 milhões de pessoas com a doença, que pode inclusive se manifestar na fase adulta apenas.  Um diagnóstico preciso pode levar mais de 10 anos nos EUA.  Além disso, há outro quadro: estima-se que 20 milhões de brasileiros tenham algum tipo de sensibilidade ao glúten.

Este número representa cerca de 10% da população. É realmente muita gente…

É fato também que pessoas com sensibilidade ao glúten no mundo todo cortaram alimentos com glúten (veja bem, ALIMENTOS com glúten) de suas vidas e obtiveram apenas resultados POSITIVOS no quadro de saúde. Qualquer argumentação contra isso seria um verdadeiro absurdo. Fatos são fatos.

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Dúvidas, Fatos e Informações sobre gluten

Dúvida 1: Dos 89% restantes, a verdade é que não se sabe ao certo qual a quantidade de pessoas que são celíacas, mas ainda não suspeitam, não expressaram sintomas e não foram diagnosticadas;

Tampouco se sabe qual é a parcela de pessoas que possuem sensibilidade ao glúten, mas que em algum momento de suas vidas, por fatores ambientais e hábitos alimentares, vão desenvolver algumas das sérias enfermidades que eu mencionarei em detalhes na próxima apresentação. Repito. NÃO SE SABE.

Digo isto, porque estou sendo bastante rigoroso aqui. Me explico. Como eu disse, esta é uma discussão recente.

De um lado, já há inúmeros especialistas no assunto que já publicaram estudos provando que na verdade TODO MUNDO tem sensibilidade ao glúten, de forma que ele causaria sérios problemas sobre os intestinos de qualquer pessoa, a começar pela tal da síndrome do intestino hiper-permeável.  Uma boa referência para se aprofundar é o pesquisador Sayer Ji.

Por outro lado, há os médicos e cientistas mais céticos, que contestam a tese destes estudos e afirmam que ainda não há provas conclusivas sobre o assunto. Lembrando que há muitos interesses em jogo nesta equação… Mas a questão que nos toca aqui é: alguém precisa ficar à mercê desta “briga de cachorro grande”?

Bem, é uma questão de tempo até que emerja a verdade, se é que há uma única, mas isso pode levar DÉCADAS…

Dúvida 2 ou Fato 2 ???: Na minha opinião, esta posição de alguns céticos está mais para argumento a favor do corte dos alimentos que contêm glúten, independentemente se o glúten é o “monstro de sete cabeças” ou não, porque acaba dando na mesma. Estes céticos alegam que o glúten em si não faz mal.

O problema seria o fato dele estar presente em alimentos pouco saudáveis, como pizza e hambúrgueres. Olha, que maravilha…

Então quer dizer que se a gente cortar alimentos que contêm glúten, a gente se livra logo de um “pacote de grego”, cheio de “presentes” escondidos. Essa é fácil…

Trocadilhos à parte, podemos categorizar em 2 tipos estes inimigos OCULTOS debaixo do tapete, enquanto pessoas se distraem com o glúten como foco da discussão:

1 – No próprio trigo atual, temos que o glúten está acompanhado de mais de 10 outros componentes igualmente ALERGÊNICOS e ANTINUTRIENTES.

Além disso, as plantações de trigo estão entre as que mais recebem AGROTÓXICOS e insumos químicos, especialmente no Brasil.

2 – Os alimentos que contêm glúten, também possuem gorduras hidrogenadas, açúcar, sal, lactose etc.

Pior ainda, como se isso não bastasse, quando falamos em alimentos industrializados, incluímos aí no “pacote de grego” toda a classe de conservantes, corantes, estabilizantes, hormônios etc.

Fato 3: Vivemos em nossa dieta contemporânea um momento de inegável excesso de gluten no organismo.

Este consumo excessivo significa que chegamos a consumir diariamente de 5 a 10 porções com glúten:

ele está no crouton da sua salada, no macarrão, no seu pãozinho do lanche, nos molhos, no cereal matinal, na cervejinha, no batom, no hidratante e por aí vai.

Dúvida 3: De novo, não se sabe até que ponto esta overdose é inofensiva ou responsável pela explosão de casos.

Ou ambos, dependendo do grupo. Mas um pouco de prudência e MODERAÇÃO não fazem mal à ninguém. Isso me faz lembrar daquele ditado que diz que a diferença entre o remédio e o veneno está na a dose. E mesmo que alguém argumente que, por exemplo, a farinha integral é melhor que farinha branca, que efeito você acha que teria MUITA quantidade de uma coisa menos nociva?

Cigarro com baixo teor de alcatrão é saudável? E muito dele?

Fato 4: O trigo, assim como os alimentos que contêm glúten, são ricos em açúcares, ou seja, carboidratos de rápida absorção.

Se você nunca ouviu isso, com certeza vai ficar chocado como eu fiquei: você sabia que o índice glicêmico do pão integral é maior que o do açúcar?

Isso quer dizer que apenas 2 fatias de pão integral (teu sanduíche aí…) podem elevar a taxa de glicose no seu sangue mais do que 2 colheres de sopa de açúcar, disparando todas aquelas consequências que discutimos na Semana do Açúcar, como obesidade, diabetes, câncer etc.

Dúvida 4: Na base da pirâmide alimentar – proposta nos EUA na década de 70 e adota pelo mundo inteiro – estão os pães, massas e cereais como os principais alimentos energéticos, juntamente com raízes e tubérculos.

Então a argumentação dos céticos é que a perda de peso não acontece devido ao corte do glúten em si e, sim, por carência energética. Bem, aqui cada caso é um caso, mas pelo amor de Deus (!), quando estamos falando em cortar o glúten da dieta NÃO estamos falando em passar fome.  É óbvio que você e todo mundo tem que fazer a substituição destes alimentos por fontes de energia mais saudáveis.

E não é só isso: como foi muito bem salientado em conversa com o Prof. Gabriel de Carvalho – especialista que trouxe a nutrição funcional para o Brasil – quando você tem o hábito de comer, por exemplo, pães e massas tradicionais, você está deixando de ingerir outros alimentos que o seu corpo poderia aproveitar melhor, ou seja, você está desperdiçando a chance de equilibrar mais a sua alimentação e saúde ao ingerir nutrientes em vez de antinutrientes.

Fato 5: Este é o meu preferido! Ao longo da história, alguns grãos, especialmente o trigo e o milho, foram sendo alterados geneticamente, através de cruzamentos de variedades, em virtude da necessidade de se obter híbridos com melhores características de panificação e de aumentar a produtividade nos campos.

Isso resultou em atuais variedades muito mais agressivas ao ser humano, que muito pouco guardam de semelhanças com as originais. Eu achei alguns números sobre a quantidade de glúten no trigo atual. O mais comum que vi, é que houve um aumento de 400% na concentração de glúten no grão de trigo. Que número, hein?

Seus genes só vão demorar cerca de 70 mil anos para se adaptar a isso.

Dúvida 5: Novamente, até que ponto isso se traduz em respostas inflamatórias na população em geral, não se sabe. Bem, então eu posso ir agora direto ao ponto?

Eu NÃO estou afim de ser COBAIA desta roleta russa genética. Será que alguém está? Duvido!  Só se for inconscientemente, no meio desta correria e desinformação que muita gente vive.

Certo. Então, finalmente, vamos logo à pergunta mais VITAL de todas, aquela que não quer calar: 

O glúten seria um nutriente ou o nosso organismo precisa dele de alguma forma?

A resposta é um categórico NÃO. Ele é um antinutriente, uma proteína que o ser humano NÃO digere. Isso nos leva à segunda pergunta VITAL: Há, sob quaisquer circunstâncias, algum RISCO à saúde em cortar o glúten da dieta?

Resposta: outro (ainda mais) categórico NÃO.

Então, amigo, amiga, estamos chegando a um clímax aqui. Atenção!  É certo que celíacos podem até MORRER se tiverem exposição ao glúten. É certo que pessoas com sensibilidade desenvolvem diversos PROBLEMAS de saúde.

É certo que você pode ficar 1 ANO SEM GLÚTEN… 10 ANOS… 100 ANOS. Eu quero que você entenda que EXISTE VIDA APÓS O GLÚTEN.

O grande DEBATE sobre o assunto é se TODO MUNDO tem alguma sensibilidade ao glúten. Mas a grande VERDADE é que absolutamente TODO MUNDO só colhe beneficios de retirar o gluten da alimentação.

Será que precisa esperar alguém decidir por você? Como seria perder peso, reduzir gordura localizada e não só eliminar vários problemas de saúde, mas também construir aquela tão sonhada vitalidade exuberante, baseada em nutrientes de verdade? Soa bem?

Olha, SINCERAMENTE, se isso tudo o que eu falei até agora ainda não é o suficiente para você tomar uma atitude já e assumir um compromisso consigo mesmo de eliminar definitivamente ou reduzir substancialmente o consumo de alimentos com glúten na sua dieta, eu realmente não sei o que é que faria.

Eu fiz a minha parte e agora a DECISÃO é inteiramente sua.

Agora, se você achou bastante coerente e bem fundamentado tudo o que eu disse até aqui – atenção – eu DESAFIO você a ficar sem glúten por 1 semana. Nada muito complicado de início. Apenas 1 semana. Depois volte a comer e perceba como se sente. Só que calma, eu AINDA não estou dizendo que você deva cortar agora o glúten pra sempre, porque antes tem umas recomendações e variáveis importantes que você deve considerar com responsabilidade e eu vou explicar quais são pra você na próxima apresentação. Pode me cobrar…

Neste link eu vou te dizer tudo o que você precisa tirar a limpo pra eliminar qualquer suspeita de ter problemas ou não com o glúten. Certo, agora eu vou te contar o que é que SAÚDE e DOENÇA têm a ver com a Segunda Guerra Mundial e a Guerra Fria…

Bem, eu tive a oportunidade de estudar por um ano no Instituto de Ciências Políticas de Paris e lá eu tinha um professor que me ensinou o seguinte:

Para a Rússia, o contrário de guerra não é paz. Lá, o contrário de guerra é não-guerraFaça aqui uma analogia com a Segunda Guerra Mundial e Guerra Fria…

O próprio nome do período pós-guerra já indica que ele é totalmente diferente de paz. Guerra Fria (ou não-guerra) é o estado de MEDO, onde a guerra está presente de alguma forma. Agora, paz é um estado de HARMONIA. Bem, esta afirmação fez um enorme sentido pra mim. Eu logo a associei com a minha experiência pessoal, porque minha intuição me sugeria que o mesmo acontece com a doença e a saúde.

Um não é o contrário do outro. Eles NÃO estão em lados opostos da mesma moeda. Quando você vive de verdade um estado de saúde, não tem muito sentido falar em doença, porque neste caso ela está de uma certa forma alheia a sua realidade.  No entanto, mesmo que você não esteja doente – no sentido técnico ou patológico da palavra – viver um estado de doença significa pensar em doença, falar em doença, intoxicar-se com alimentos, remédios, emoções nocivas, relacionamentos conflituosos, infelicidade no trabalho e por aí vai, você já entendeu.

Agora, viver um estado de saúde é se aprofundar na sua realização pessoal, cuidando da saúde do seu corpo, da sua vida material e profissional, das suas emoções, das suas relações, do seu lado criativo, das suas crenças, pensamentos, conhecimentos, valores etc.

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